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5 Hábitos prejudiciais dos Designers

Já dizia Erasmus “Não há nada de tão absudo que o hábito não torne aceitável”. E a verdade é que todos nós, enquanto profissionais e até mesmo seres humanos, temos maus hábitos. Coisas que até nem nos damos conta mas que podem ser prejudiciais para os nossos negócios. Aqui ficam alguns desses maus hábitose algumas sugestões de como os eliminar ou corrigir.

MAU NOME DE ARQUIVO

Gravar um arquivo o colocar no final do nome a palavra “final” é um erro muito comum. Quantas vezes já não o fez e até ter o trabalho terminado esse mesmo arquivo deixou de ser o “final”. Do ficheiro gravado com o nome de final.jpg passou para final.final.jpg….

Para além de transmitir uma imagem pouco profissional também se torna confuso. Se precisa realmente de ajuda para se organizar de forma mais adequada recomendamos Get Your Shit Together , um recurso criado por Justin McClure, que oferece exemplos claros de como outros criativos organizam seus ativos e até mesmo permite o download de estruturas de pastas, scripts de organização do After Effects e convenções de nomenclatura. Também poderá ser interessante a leitura deste artigo 10 mandamentos da etiqueta Photoshop.

SUBESTIMAR O TEMPO/RECURSOS PARA A CRIAÇÃO DE UM PROJECTO 

Estimar correctamente o tempo que determinado projecto leva a desenvolver não é tarefa fácil. O excesso de optimismo, desejo de agradar o cliente e até mesmo o crer terminar a tarefa rapidamente, são variáveis que podem fazer com que o prazo estipulado não seja cumprido.

É fundamental um planeamento cuidadoso, tendo em conta todas as variáveis. Dividir o projecto em tarefas individuais, atribuindo a cada uma delas um determinado prazo é uma boa opção. Eis algumas ferramentas que o poderão ajudar neste aspecto:

SALTAR PASSOS

Seja ele qual for o trabalho que se esta a fazer ninguém começa pelo final. Um erro muito comum, entre os designers, na criação de um site é “saltarem directo para as telas de alta fidelidade” sem fazerem um esboço ou maquete preliminar. O ideal é começar pelas funcionalidades básicas e depois sim ir fazendo os detalhes mais subtis. Caso contrário o efeito de economizar tempo terá o efeito reverso uma vez que terá de passar o tempo a rever aspectos ou corrigir erros.

NETWORKING

Esta é uma habilidade tão importante como qualquer outra seja ele qual for o trabalho a que nos referimos. A sociedade capitalista em que vivemos exige que o prestador de um serviço saiba não só vender o seu serviço ou produto, bem como vender-se a si próprio. Hoje em dia não basta fazer um bom trabalho e ter um portefólio de design impressionante, é necessário garantir que as pessoas certas o conheçam e que o seu nome e rosto são conhecidos. É imprescindível criar uma rede de sucesso, participar em encontros e ter uma presença activa nas redes sociais.

Outra boa prática é a criação de um blog relacionado com o sector. Dar o seu trabalho a conhecer e falar sobre si, o que o inspira ou a sua opinião sobre temas de interesse geral.

SUBESTIMAR-SE

Quem está por fora, muitas vezes considera o trabalho desenvolvido por um designer como tendo um preço muito elevado. Quem trabalha nesta área sabe que o desenvolvimento de um projecto é um processo que pode ser demorado e complicado de desenvolver, quanto mais customizado for. Ser criativo implica uma dedicação total a cada projecto. É necessário entender de branding, ser original e ter um pensamento lean. Tem de saber trabalhar em equipa, quer se trate de colegas de trabalho ou dos próprios clientes. Tendo em conta que muitas vezes os projectos saem do orçamento estabelecido é necessário que o designer seja honesto com o cliente e seja capaz de repensar os objectivos do projecto e avaliar prioridades.

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